Informativo

Convergência Colorada

Coloradas e Colorados,

Desde o dia 10 de maio, o Movimento InterAção integra a coalizão política Convergência Colorada. Todas as informações sobre este importantíssimo projeto para o futuro do Sport Club Internacional estão no site www.convergenciacolorada.com.br. Você também pode acompanhar os passos e as ideias do grupo através do twitter (www.twitter.com/convcolorada).

 

Saudações Coloradas!
Movimento InterAção

12/05/2010

 

VAI TER QUE SER NO GRITO

O InterAção entende que os acontecimentos das quatro linhas são consequência direta de como a atual Direção está tratando o nosso futebol – ou de quanto está negligente em relação a ele. Mas essa não é a hora para tratarmos disso. O Internacional vive um momento complicadíssimo dentro de campo e o jogo contra o Cerro do Uruguai é uma encruzilhada.

Mesmo como grupo de oposição, queremos, mais uma vez, que todos os Colorados estejam unidos neste momento.

O Bi da Libertadores, um sonho de milhões, está a perigo! E não podemos deixar que ele se vá tão cedo.

Precisamos vencer o Cerro no jogo das 21h50min desta quarta, no Beira-Rio. Precisamos desses 3 pontos!

E só com o apoio e a compreensão de todos os Colorados isso será possível.

Vamos esquecer os seis jogos sem vitória, as dificuldades táticas do time, a falta de gols de nosso ataque, e vamos apoiar os jogadores com toda a nossa força e nosso amor! Vamos torcer e vibrar com o nosso Inter.

O sonho vai continuar!

 

Saudações Coloradas!
Movimento InterAção

30/03/2010

 

#08 – ESPECIAL CENTENÁRIO: COPA DO BRASIL E GOLEADA HISTÓRICA

Homenagem do InterAção aos 100 anos do nosso Colorado

ANOS 90:
A COPA DO BRASIL E UMA GOLEADA HISTÓRICA
O Time Campeão da Copa do Brasil também assegurou o Bicampeonato Gaúcho vencendo por 3 a 1 o tradicional adversário na Azenha e empatando sem gols no Beira-Rio, em 1992

Em 1992, o Internacional viveu um momento importante, com uma equipe que mesclou jogadores trazidos de outros estados e do próprio Rio Grande, que deram boa resposta, bem como jovens valores, que subiram das categorias de base. Treinados pelo carioca Antônio Lopes, Fernandez, Célio Lino, Célio Silva, Pinga (de volta ao Clube que o revelara no início dos anos 80) e Daniel; Márcio (Ricardo), Élson, Marquinhos e Caíco (que ganhou uma posição nas semifinais do torneio); Maurício (o mesmo atacante que se destacara no gre-Nal do Século) e Gerson asseguraram a conquista da Copa do Brasil. O Colorado eliminou o Muniz Freire, o Corinthians (com um 4 a 0 em São Paulo e um empate sem gols na partida de volta), o Gfpa (com dois empates em 1 a 1 e uma ampla vantagem de 3 a 0 nos pênaltis na segunda partida das quartas-de-final, no Beira-Rio), o Palmeiras (com duas vitórias) e superou o Fluminense nas finais. Perdeu por 2 a 1 no Rio de Janeiro, mas com 1 a 0 no Gigante, já que havia marcado gol fora, conquistou o título. Superou quatro clubes grandes, o que é difícil de ocorrer para um vencedor desta competição nacional.

Em 1997, uma experiência reuniu colorados de diferentes grupos no Departamento de Futebol. A década marcou o surgimento de vários movimentos colorados, que de fato formaram uma "massa crítica" (segundo definição do antigo mandarim Ibsen Pinheiro), e que de diferentes maneiras contribuiriam para um salto de qualidade do Internacional em termos de equacionamento dos problemas financeiros, consolidação de um staff qualificado de profissionais e organização administrativa do Clube neste começo do Século XXI.

André, Enciso, Marcão, Gamarra (Régis no Brasileirão) e Paulo Roberto; Anderson, Fernando, Sandoval e Arílson (Marcelo); Fabiano e Christian recuperaram o Título Estadual, batendo o tradicional adversário por 1 a 0 na final, depois de empate em 1 a 1 na Azenha. No Brasileirão, uma campanha excelente na fase classificatória com 15 vitórias, seis empates e quatro derrotas. No quadrangular semifinal, uma queda, com quatro derrotas e duas vitórias, mas um dos triunfos no campeonato nacional daquela equipe comandada pelo então iniciante na carreira de treinador, Celso Roth, ficou marcado para sempre.

Pela única vez, desde 1960, um Time faria cinco gols em um gre-Nal. Com uma obra-prima de futebol coletivo, que resultou no primeiro gol de Christian, e um show de Fabiano, que marcou dois gols (com placar complementado por Sandoval e Marcelo), o Internacional tocou 5 a 2 no rival em pleno estádio da Azenha. Foi a 24 de agosto daquela temporada.

MÉRITOS PARA A HISTÓRIA
Além dos 5 a 2 no gre-Nal (o Colorado já havia quebrado o tabu de 40 anos sem golear o rival no Gauchão de 1994, fazendo 4 a 1 num clássico de times reservas reforçados), conseguiu placares elásticos contra Flamengo (4 a 0), Bahia (4 a 1 em Salvador), e Fluminense (também 4 a 1), chegando a estar goleando e vencendo o Corinthians por 3 a 1 na estréia em São Paulo.

Recuperou o título gaúcho contra uma das equipes mais fortes do tradicional adversário dos últimos tempos.

Saudações Coloradas!
Movimento InterAção

3/04/2009

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Especial Centenário:
1) Anos 20 e 30: A decisiva ida para os Eucaliptos
2) Rolo Compressor: Integração Étnica e Profissionalismo
3) Anos 50: O “time do Teté” tem campeões de todas as Américas
4) Anos 60: Alegrias arrancadas do futuro
5) Anos 70: O melhor dos campeões brasileiros na era Beira-Rio
6) 1979: O Campeão Brasileiro Invicto arrebata a Terceira Estrela
7) Anos 80: Um título quase esquecido e o gre-Nal do Século
9) Século XXI: A América e o Mundo conquistados
10) Período Pós-Mundial: Um Clube Campeão de Tudo
11) Cem anos Colorados

 

#07 – ESPECIAL CENTENÁRIO: UM TÍTULO QUASE ESQUECIDO E O GRE-NAL DO SÉCULO

Homenagem do InterAção aos 100 anos do nosso Colorado

ANOS 80:
UM TÍTULO QUASE ESQUECIDO E O GRE-NAL DO SÉCULO

NilsonÉ sabido que em 1984 o Internacional representou o Brasil na Olimpíada de Los Angeles. O time obteve resultados importantes como as vitórias por 1 a 0 sobre a Alemanha Ocidental, 2 a 0 no Marrocos e 2 a 1 na Itália (nas semifinais), perdendo a final por 2 a 0 para a forte Seleção da França. Lembra-se pouco, entretanto, do título nacional que contribuiu para o Internacional ser escolhido como time-base daquela Seleção. Gilmar, Luís Carlos, Mauro Galvão, Pinga, André Luiz, Ademir, Dunga, Milton Cruz, Kita e Silvinho asseguraram a inédita medalha de prata para o país, no futebol. Em seguida, assegurariam o Tetra Estadual. Com esta base, três vitórias e um empate em gre-Nais.

Pois naquela temporada foi organizado o Torneio Heleno Nunes, reunindo times campeões brasileiros e alguns convidados, que substituíram clubes de maior tradição por questões de calendário. O Colorado, honrando sua tradição, foi Campeão incontestável. Aquela equipe, além dos atletas citados acima, contava ainda com o recontratado Jair (que fizera História no Peñarol), e o ponta-de-lança Ruben Paz, atleta uruguaio de grande habilidade trazido dois anos antes. O jovem ponta-direita Paulo Santos também se destacou, embora seu concorrente na posição, o atacante Jussiê, estivesse no mesmo nível. Confira a campanha sob o comando de Otacílio Gonçalves:

Bahia 2x1 Internacional

Atlético-MG 0x1 Internacional

Internacional 2x0 São Paulo

Internacional 1x0 Cruzeiro

(abril de 1984)

Internacional 1x1 Palmeiras (Partida disputada em Chapecó)

Guarani 2x2 Internacional

Botafogo 1x1 Internacional

Sport 0x4 Internacional

Internacional 2x1 Santa Cruz

(maio de 1984)

Em 1988, o Colorado passou por uma reorganização para o Campeonato Brasileiro. Um jovem treinador começaria sua trajetória no Inter, mostrando muita dedicação e liderança. Prova é que vários gols da equipe (que já fora vice-campeã na revolucionária Copa União de 1987, quando foi fundado o Clube dos 13 e os campeonatos brasileiros passaram a ter um número reduzido de participantes, prevalecendo os critérios técnicos) resultaram de jogadas ensaiadas. Naquela competição, os jogos empatados foram decididos nos pênaltis na fase classificatória. Os triunfos obtidos assim valiam dois pontos, e os conquistados nos 90 minutos três. Pois o Internacional alcançou 10 vitórias de três pontos, seis de dois, e foi derrotado quatro vezes, perdendo apenas um ponto, sendo que somente três vezes no tempo normal. Nas quartas-de-final, um empate no Mineirão contra o Cruzeiro e um resultado favorável por 2 a 0 no Beira-Rio. O adversário das semifinais seria nada mais nada menos do que o Gfpa.

Depois do empate sem gols no estádio da Azenha, chegou o momento marcado para todo o sempre no futebol gaúcho. O gre-Nal do Século! O clássico que decidiria qual dos dois conquistaria o direito de disputar a Copa Libertadores da América 1989! E a partida foi digna desta definição. No primeiro tempo, o tradicional adversário largou na frente e criou mais oportunidades. Para agravar a situação, o Internacional teve um jogador expulso. O treinador Abel Braga não se intimidou. Mandou o ponta-esquerda Edu, importante reforço para a temporada ao lado do zagueiro Aguirregaray e do meio-campista Luís Carlos, suprir a ausência do lateral Casemiro. O Inter passou a dominar o jogo, empurrado pela torcida, criando chances mesmo depois da virada por 2 a 1, com ambos os tentos assinalados pelo centroavante Nilson. O goleiro Taffarel, que se tornaria talvez o mais importante da Seleção Brasileira em todos os tempos, fez sua parte quando exigido. E deste modo, não restou dúvida sobre qual das duas camisas pesava mais no confronto direto, de vida ou morte. Nas palavras de um famoso narrador, aconteceu "uma comoção no Beira-Rio".

Taffarel, Luís Carlos, Aguirregaray, Nenê e Casemiro; Norberto, Luís Carlos e Luís Fernando (no gre-Nal do Século jogou Leomir); Maurício, Nilson e Edu. Esta equipe seria ainda semifinalista da Taça Libertadores. Porém, ficaria marcada indiscutivelmente por aquele duelo realizado a 12 de fevereiro de 1989.

MÉRITOS PARA A HISTÓRIA
Venceu somente este gre-Nal dos quatro que disputou, contando com os principais jogadores, mas deu início a uma tradição totalmente colorada nos confrontos do tipo mata-mata contra o tradicional adversário. A surpresa da perda do título para o Bahia (derrota por 2 a 1 em Salvador e empate sem gols no Gigante) não apaga a significativa campanha na fase classificatória do Brasileirão, inclusive com goleada de 3 a 0 contra o time superior nas finais.

Na Taça Libertadores da América, seis vitórias, quatro derrotas e dois empates, sendo que aplicou histórica goleada por 6 a 2 no Peñarol nas oitavas-de-final, em Porto Alegre, batendo outra vez o grande clube uruguaio, por 2 a 1, em sua casa.

Saudações Coloradas!
Movimento InterAção

02/04/2009

***

Especial Centenário:
1) Anos 20 e 30: A decisiva ida para os Eucaliptos
2) Rolo Compressor: Integração Étnica e Profissionalismo
3) Anos 50: O “time do Teté” tem campeões de todas as Américas
4) Anos 60: Alegrias arrancadas do futuro
5) Anos 70: O melhor dos campeões brasileiros na era Beira-Rio
6) 1979: O Campeão Brasileiro Invicto arrebata a Terceira Estrela
8) Anos 90: A Copa do Brasil e uma goleada histórica
9) Século XXI: A América e o Mundo conquistados
10) Período Pós-Mundial: Um Clube Campeão de Tudo
11) Cem anos Colorados

 

FRUSTRAÇÃO

Há uma semana, vivíamos a euforia pela vitória no gre-Nal e a expectativa de dois grandes jogos. O título do Brasileirão estava na perspectiva de todos os Colorados.

Hoje, duas derrotas depois, estamos fora até mesmo do G4, que garante vaga na Libertadores 2010. A frustração é muito grande.

O InterAção entende que a Direção do Clube deve assumir totalmente a responsabilidade por esse momento ruim do time. E espera que sejam tomadas todas as atitudes necessárias para garantir o Internacional na Copa Libertadores da América do próximo ano.

Pelo altíssimo valor investido no futebol, os resultados nesse ano do Centenário são decepcionantes. Participar da principal competição continental é obrigação!

Saudações Coloradas!
Movimento InterAção

02/11/2009

 

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