NÓS TEMOS CERTEZA!

Nosso Centenário chega ao seu momento mais importante até agora. Nesta quarta, dia 1º de julho, vamos enfrentar o maior desafio deste ano. Teremos o derradeiro embate com o Corinthians, valendo o título da Copa do Brasil.

Foi com um tropeço que iniciamos essa jornada. Mas o placar de 2 a 0 sofrido no Pacaembu não é, nem de longe, o fim da nossa luta.

Neste dia 1º, auge do inverno gaúcho, o Beira-Rio vai arder. Será o inferno corintiano.

Os guerreiros de Tite e a brava torcida colorada vão empurrar o time de Mano Menezes para dentro do gol.

Estamos prontos para a ajudar na virada, que entrará para história com mais uma façanha do nosso Colorado.

Não haverá Ronaldo, nem Felipe, nem ninguém que vista preto e branco capaz de parar nosso time na busca pelos gols necessários para reverter a vantagem paulista.

Haverá, sim, Lauro, Bolívar, Índio, Danny, Kleber, Guiñazu, Magrão, D'Alessandro, Taison, Nilmar, Andrezinho, Alecsandro, Danilo Silva, Álvaro, Sorondo, Marcelo Cordeiro, Glaydson, Maycon, Talles Cunha, Giuliano...

Por isso, te prepara, Colorado, que o teu grito engasgado será solto nesta quarta.

Nada está perdido e o Inter conta com o teu apoio até o apito final. O Beira-Rio lotado vai ver o nosso TIME Campeão!

Saudações Coloradas!
Movimento InterAção

30/06/2009

 

#11 – ESPECIAL CENTENÁRIO: CEM ANOS COLORADOS

Cem anos são para a História frações de segundo de um dia. O tempo de um mágico drible de Sílvio Pirilo, de Tesourinha, de um cabeceio desenhado de Bodinho, do pé altaneiro de Falcão na bola e sobre o Brasil inteiro, da precisão de Rafael, do raciocínio de Fernando, de Iarley, da calma de Adriano tecendo o Triunfo dos Triunfos no Oriente.

Cem anos são para a História milhões de olhares de todos os povos. O encanto eterno do gol inclinado de Carlitos, o eco dos cantos astecas para Teté e seus astros, o espanto da nação quando em um Gigante a bola viajou apenas no ar para as redes, e dar passagem para a nova conquista enamorada às margens do Guaíba, quando a Vitória vestiu a Cor da Fraternidade no Clássico do Século, e a luz que ilumina as almas das Américas quando a força de um conjunto e a vontade superam as virtudes de 12 homens de uma Copa do Mundo.

Cem anos são para a História incontáveis abraços. Dos homens que tiveram a ventura da riqueza, como Russinho, dos homens vindos das minas de carvão, como Valdomiro, dos cortadores de cana, como Índio, dos operários e artistas... Dos homens e mulheres de todas as origens. De todas as cores.

Parabéns, Colorado! Clube eterno de Ases, nada vai te separar do rumo para cem séculos e cem milênios de Glória!


Saudações Coloradas!
Movimento InterAção

***

Especial Centenário:
1) Anos 20 e 30: A decisiva ida para os Eucaliptos
2) Rolo Compressor: Integração Étnica e Profissionalismo
3) Anos 50: O “time do Teté” tem campeões de todas as Américas
4) Anos 60: Alegrias arrancadas do futuro
5) Anos 70: O melhor dos campeões brasileiros na era Beira-Rio
6) 1979: O Campeão Brasileiro Invicto arrebata a Terceira Estrela
7) Anos 80: Um título quase esquecido e o gre-Nal do Século
8) Anos 90: A Copa do Brasil e uma goleada histórica
9) Século XXI: A América e o Mundo conquistados
10) Período Pós-Mundial: Um Clube Campeão de Tudo

 

NOVA COORDENADORIA NO INTERAÇÃO

Desde o início de maio, uma nova Coordenadoria do Movimento InterAção já trabalha pela grandeza do Sport Club Internacional. O grupo, eleito para o mandato de 1 ano, é composto por:


Coordenador: Felipe de Oliveira
1º Vice-Presidente: Alexandre Galanos
2º Vice-Presidente: Luciano Biehl
Tesoureiro: Tiago Issa
Secretário-geral: Rodrigo Kleinubing



Saudações Coloradas!
Movimento InterAção

11/05/2009

   

#10 – ESPECIAL CENTENÁRIO: UM CLUBE CAMPEÃO DE TUDO

Homenagem do InterAção aos 100 anos do nosso Colorado


PERÍODO PÓS-MUNDIAL:
UM CLUBE CAMPEÃO DE TUDO

Após a conquista do Maior Título da História do Futebol Gaúcho, o Internacional venceria a Recopa, perdendo por 2 a 1 para o Pachuca no México, e derrotando a equipe campeã da Copa Sul-Americana 2006 por 4 a 0 no Gigante. O Time já estava bem modificado, com o meio-campista Pinga (trazido na Europa no segundo semestre de 2006 e lesionado antes do Mundial), e sem Fabiano Eller. Depois de um mau começo na temporada de 2007, o técnico Abel Braga deu lugar a Alexandre Gallo, mas acabou retornando ao Clube. O jovem atacante Pato, destaque nos dois jogos da competição, iria em seguida brilhar na Itália.

Começaria a montagem de uma nova equipe. O início da temporada 2008 foi marcado por um título digno de ser lembrado, ainda que em um torneio amistoso. Jogando a Copa Dubai, nos Emirados Árabes, com Magrão e Guiñazu (argentino trazido do Libertad, do Paraguai) no meio-de-campo, o Colorado derrotou o campeão da Alemanha, o Stuttgart, e o da Itália, o Internazionale, respectivamente, por 1 a 0 e 2 a 1. Alex, Fernandão e Nilmar (o ótimo atacante foi indicado diretamente para as categorias de base em 2001, subiu para o grupo profissional em 2003, teve os direitos federativos negociados um ano depois e, em 2007, seria "repatriado") marcaram os gols no Torneio, que rendeu mais prestígio além-fronteiras ao Clube, além de um bom prêmio em dinheiro. Na final do Gauchão, uma inesquecível goleada por 8 a 1 contra o Juventude, vingando as únicas três derrotas sofridas no campeonato. Abel Braga ainda não tinha esse Regional no currículo. O mesmo treinador que no começo de carreira vencera incrivelmente o gre-Nal do Século, tendo do outro lado um profissional que se destacou como estrategista daquele que foi talvez o Melhor Time Colorado do Século XX (Rubens Minelli), e provara definitivamente ser capaz de faturar grandes títulos como os de 2006.

Também em 2008, ao conquistar a Copa Sul-Americana, o Inter se tornaria campeão de rigorosamente todas as competições de primeira grandeza do calendário atual do futebol. Passou pelo tradicional adversário e pelo chileno Universidad Católica com quatro empates, na base do gol qualificado (número de tentos fora de casa), o Boca Juniors e o Chivas Guadalajara, com quatro vitórias, ganhou do Estudiantes em La Plata a primeira partida das finais, empatando na prorrogação o último jogo. Um bom começo para o treinador Adenor Bachi, o Tite, substituto de Abel, o qual foi trabalhar no exterior, assim como Fernandão. O Time: Lauro, Bolívar (Ângelo), Índio, Álvaro e Marcão; Edinho, Magrão, Guiñazu e D´Alessandro (jogador argentino com importantes passagens na Seleção do país vizinho); Alex e Nilmar.

MÉRITOS PARA A HISTÓRIA
Das equipes que se formaram após as Grandes Conquistas de 2006, quase se pode dizer que tornaram o Internacional Super-Campeão do Mundo. Entre o Torneio Mundial e a Copa Dubai, o Colorado enfrentou os campeões da África, da Europa, das Américas do Norte e Central (o Pachuca, além de vencedor da Copa Sul-Americana 2006, também era o melhor destas regiões), da Alemanha e da Itália, atual Campeã do Mundo de Seleções. Venceu cinco vezes e perdeu uma, com extraordinário aproveitamento de 83,3%. Uma performance digna dos melhores times que marcaram época. Entre todos os brasileiros, inclusive, segundo dados (não atualizados recentemente) da RSSSF Brasil, o Maior Clube Gaúcho é o que tem melhor aproveitamento em toda a História até 2006.

Na Copa Sul-Americana, bateu duas vezes uma equipe mista do Boca Juniors, que havia derrotado por 4 a 0 a LDU, nada mais nada menos do que Campeã da Copa Libertadores da América 2008. O 2 a 0 no Beira-Rio e o 2 a 1 na Bombonera, com atuações brilhantes de Alex (autor de três dos quatro gols contra o "copeiro" clube de Buenos Aires), colocaram o Inter ao lado do Santos de Pelé como um dos pouquíssimos capazes de eliminar o Boca com duas vitórias em confrontos mata-mata.

No Brasileirão 2008, no qual terminou em sexto lugar, o Time impôs a primeira goleada contra o Gfpa no Gigante da Beira-Rio. No 4 a 1 construído em um só tempo, D’Alessandro, Alex, Índio e Nilmar estufaram as redes do clube da Azenha. A Equipe, aliás, agora já sem Alex, continua invicta em gre-Nais.

Fontes de Consulta para os textos:
Site da RSSSF Brasil, com jogos de praticamente todas as competições de futebol realizadas no país e no continente. A organização internacional é especializada em estatísticas do esporte.

Ney, José. Gre-Nal, A História de um Clássico. 1982.

Noronha, Nico, Coimbra, David, Souza, Mário Marcos de. A História dos gre-Nais. Ed. Artes e Ofícios. 2004. Segunda Edição.

Edições Antigas dos Jornais Diário de Notícias e Correio do Povo. Pesquisas viabilizadas no Museu de Comunicação Social do Rio Grande do Sul.

Revista Placar. Editora Abril. Terceira Semana de dezembro de 1976.

Saudações Coloradas!
Movimento InterAção

04/04/2009

***

Especial Centenário:
1) Anos 20 e 30: A decisiva ida para os Eucaliptos
2) Rolo Compressor: Integração Étnica e Profissionalismo
3) Anos 50: O “time do Teté” tem campeões de todas as Américas
4) Anos 60: Alegrias arrancadas do futuro
5) Anos 70: O melhor dos campeões brasileiros na era Beira-Rio
6) 1979: O Campeão Brasileiro Invicto arrebata a Terceira Estrela
7) Anos 80: Um título quase esquecido e o gre-Nal do Século
8) Anos 90: A Copa do Brasil e uma goleada histórica
9) Século XXI: A América e o Mundo conquistados
11) Cem Anos Colorados

 

#09 – ESPECIAL CENTENÁRIO: A AMÉRICA E O MUNDO CONQUISTADOS

Homenagem do InterAção aos 100 anos do nosso Colorado

SÉCULO XXI:
A AMÉRICA E O MUNDO CONQUISTADOS

Campeão Mundial: O Time que venceu a histórica decisão do Mundial da Fifa contra o Barcelona
Pode-se dizer, embora o distanciamento histórico não seja suficiente em relação ao memorável ano de 2006, que o Internacional colheu os frutos de uma soma de valores temporada a temporada, para conquistar a América e o Mundo. Em 2004, chegou um atleta da França que se tornaria uma das grandes lideranças do grupo no período. Fernandão marcou o milésimo gol em gre-Nais e, jogando em qualquer posição do meio-de-campo para a frente, se tornou ídolo de diferentes gerações coloradas.

Não menos importante foi o papel do goleiro Clemer, no elenco desde 2002, no time que iniciara a série do Tetra Estadual, que se completaria em 2005. O atacante Iarley, neste último ano, complementaria as referências positivas principais.

A diretoria, comandada pelo então presidente Fernando Carvalho, que se tornaria a primeira a levar um Clube Gaúcho ao título máximo com respaldo da Fifa, teve ainda o mérito de apostar em um treinador capaz na temporada de 2003. Muricy Ramalho soube lançar jogadores vindos da base e, de volta ao Colorado ao final de 2004, conseguiria montar em 2005 um time forte, aí principalmente com reforços trazidos de fora. Paulo César Tinga, um meio-campista versátil, com grande qualidade, voltou da Europa. Jorge Wagner, capaz de atuar tanto na ala como no setor mais importante de uma equipe, também se somou à base, apta a ambicionar excepcionais conquistas. As participações na Copa Sul-Americana (ficando entre os quatro primeiros em 2004 e entre os oito em 2005, sendo que nas duas ocasiões a eliminação ocorreu perante o Boca Juniors, talvez o mais "copeiro" dos clubes sul-americanos), deram experiência e contribuíram para um fortalecimento do conjunto em competições além-fronteira.

E em 2005, o Internacional não conquistaria o Brasileirão principalmente por uma decisão equivocada do STJD, que anulou todos os jogos apitados por um árbitro confessadamente manipulador de resultados, sem examinar caso a caso as partidas, como indicariam a lei e o bom senso. O rumo do Campeonato foi alterado, com o Colorado perdendo a liderança. De qualquer maneira, a campanha do vice-campeonato é inesquecível, quanto mais não seja por ter assegurado a participação na Copa Libertadores da América Vitoriosa. Em 42 jogos, 23 vitórias, 10 derrotas e nove empates. Um aproveitamento de 61,9% que não é tão facilmente obtido desde que – em 2003 – se iniciou a Era dos Pontos Corridos em Turno e Returno, consolidando nosso principal certame nacional como o mais difícil deste tipo no planeta.

Campeão da América: Todo o grupo do Internacional pousa para foto antes da final contra o São Paulo, mostrando união para conquistar o continenteEm 2006, a chegada do técnico Abel Braga alterou pouco, mas de maneira importante, a Equipe. Clemer, Ceará (substituindo o lesionado Élder Granja), Bolívar, Fabiano Eller e Jorge Wagner; Edinho, Fabinho (Índio, compondo o esquema de três defensores), Paulo C. Tinga e Alex; Fernandão e Rafael Sóbis arrebatariam o mais importante torneio continental da América. Com atuação espetacular na primeira partida das finais, em termos de força coletiva, mesmo que Rafael tenha feito os dois gols e se destacado, o Inter venceu o São Paulo por 2 a 1, equilibrando historicamente as estatísticas contra o tricolor do Morumbi, palco da memorável jornada. No Beira-Rio, um sofrido empate em 2 a 2 – muito pela expulsão de Tinga após ter marcado o segundo gol, devido a uma comemoração proibida – confirmou a Taça no Gigante. O Internacional, mais uma vez, foi Campeão de modo incontestável, eliminando ou adversários tradicionais como o Nacional do Uruguai, ou em crescimento, como confirmaria dois anos depois a LDU, do Equador. Apenas uma derrota, cinco empates e oito vitórias em 14 jogos, conseguindo mais de dois terços dos pontos.

O Time Campeão Mundial seria diferente, pela perda de atletas importantes. A saber: Bolívar, Tinga, Jorge Wagner e Rafael Sóbis, os quais foram para o exterior. A nova formação teria ainda um novo volante, substituindo Fabinho. Welington Monteiro se destacara no Caxias e viria dar importante contribuição para o coletivo no mais marcante confronto da História do Futebol Gaúcho. O último elemento essencial na Equipe para o Torneio Mundial estreou de maneira fulgurante na penúltima partida pelo Brasileirão. O centroavante Alexandre Pato marcou um gol e teve participação decisiva em outros dois na vitória por 4 a 1 sobre o Palmeiras em São Paulo. O Internacional foi arrasador, chegando à goleada por 4 a 0 no primeiro tempo, apenas administrando a segunda etapa, bem como a derrota para o Goiás pelo mesmo placar no Beira-Rio na última rodada, que não teria maior importância, a não ser pela perda, por lesão, do carismático reserva Rentería, o qual marcara gols belíssimos no Brasileirão anterior e na Copa Libertadores conquistada. Pato, de 17 anos, fora poupado, e Índio se machucou com pouca gravidade, não atuando a maior parte do tempo.

O Inter chegava ao Japão outra vez como Vice-Campeão Brasileiro. Algo inédito para Campeões da América na mesma temporada. Vargas, um colombiano trazido do Boca Juniors, era opção para o meio-de-campo, pois atuara muito bem no lugar de Alex, na goleada contra o Palmeiras. Foi com sua entrada no setor que o Time melhorou, na vitória sofrida por 2 a 1 contra o Al-Alhy, representante da África no Torneio Mundial. Ali, pesou o talento da "prata da casa", pois Alexandre Pato e o garoto Luiz Adriano, reserva do ataque, fizeram os gols. E veio o confronto contra o Barcelona. O melhor "esquadrão" da Europa. O Timaço que, comandado por Deco e Ronaldinho, chegara facilmente aos 4 a 0 facilmente contra o América do México.

Então, Clemer, Ceará, Índio, Fabiano Eller e Hidalgo (Rubens Cardoso na decisão), Edinho, Welington Monteiro, Alex (Vargas) e Fernandão (Adriano Gabiru); Iarley e Alexandre Pato (Luiz Adriano) mostraram ao Mundo o Peso da Camisa Colorada. De início, atacando o Barça. Um cabeceio de Alexandre Pato, uma tabela que exigiu intervenção do goleiro da equipe espanhola. Como era de se esperar, o "esquadrão" da Catalunha responde, cria oportunidades importantes, com segurança de Clemer. Ao final do primeiro tempo, W. Monteiro dá excelente passe para Índio chutar com perigo contra a meta européia.

Veio a segunda etapa. Vargas dá mais equilíbrio ao meio-de-campo. A pressão só aumenta quando o Inter fica com menos jogadores, após um choque entre Índio e Edinho. O Colorado, no entanto, tinha posse de bola. Tinha disposição para arrebatar o planeta. Numa dividida de cabeça, após Índio afastar o perigo, Adriano Gabiru e Luiz Adriano, substitutos de Fernandão e Pato, acabam levando a melhor. A bola cai no pé de Iarley, que se desvencilha do zagueiro espanhol, mantendo o controle da jogada. O atacante, melhor em campo no mais importante jogo da História do Futebol Gaúcho, raciocina rápido. Deixa Adriano à vontade para vencer o goleiro espanhol. Um a zero. O Internacional é Campeão Mundial. Incontestável. Pela união do grupo, pela autoconfiança. Por milhões de colorados que contribuíram material e espiritualmente para que o Clube se tornasse o Maior do Planeta naquela temporada.

MÉRITOS PARA A HISTÓRIA
O Time Campeão da América obteve, se situarmos o início de sua trajetória no Brasileirão, nas competições além-divisa, em que priorizou ter força total (nos primeiros jogos do Campeonato Nacional de 2006, muitos jogadores eram poupados, priorizando-se corretamente o Torneio Continental), 31 vitórias, 14 empates e 11 derrotas. Um aproveitamento de 63,6%. No Brasileirão, entre outros triunfos, 4 a 2 no Vasco no Rio de Janeiro, 4 a 1 no Cruzeiro no Beira-Rio e a primeira goleada contra o São Paulo, por 3 a 0 no Beira-Rio, quando o então Campeão da América já usava titulares na competição, visando a evitar qualquer possibilidade de rebaixamento.

Se levarmos em conta os dois gre-Nais (quando estava com esquema tático diferente e algumas ausências) decisivos do Gauchão 2006, perdido de modo surpreendente, foram dois empates e uma vitória contra o tradicional adversário. Com a ressalva de que a Equipe que bateu o Gfpa na Azenha (o clube não estava na primeira divisão do Brasileirão em 2005) no Segundo Turno do Campeonato Brasileiro pode ser vista como de transição entre a vencedora na América e a ganhadora do Torneio Mundial.

O Time Campeão Mundial trouxe para o Rio Grande do Sul o Título mais Importante da História do Futebol Gaúcho. Venceu um Torneio organizado pela Fifa, com tudo que isto significa, enfrentando um clube de belíssima tradição na África. E que, aliás, conquistaria merecidamente o terceiro lugar na competição, batendo o América do México por 2 a 1 antes da histórica decisão do Internacional contra o Barça.

O "esquadrão" espanhol tinha 12 jogadores de diferentes seleções com presença na mais recente Copa do Mundo. Foi contra este clube que o Colorado verdadeiramente reabilitou o futebol brasileiro na temporada, depois do fracasso na Alemanha. Pelo poderio do adversário, difícil não qualificar aquela jornada como o Mais Importante Triunfo de Todos os Tempos do Esporte Gaúcho.


Saudações Coloradas!
Movimento InterAção

03/04/2009

***

Especial Centenário:
1) Anos 20 e 30: A decisiva ida para os Eucaliptos
2) Rolo Compressor: Integração Étnica e Profissionalismo
3) Anos 50: O “time do Teté” tem campeões de todas as Américas
4) Anos 60: Alegrias arrancadas do futuro
5) Anos 70: O melhor dos campeões brasileiros na era Beira-Rio
6) 1979: O Campeão Brasileiro Invicto arrebata a Terceira Estrela
7) Anos 80: Um título quase esquecido e o gre-Nal do Século
8) Anos 90: A Copa do Brasil e uma goleada histórica
10) Período Pós-Mundial: Um Clube Campeão de Tudo
11) Cem anos Colorados
   

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